CSS Hacks e Comentários condicionais

CSS hacks são “técnicas”, ou também conhecidas como “workarounds” para fazer algo funcionar ou ser exibido da mesma forma para diferentes interpretadores.
O maior inimigo do CSS hoje em dia é o Internet Explorer, da Microsoft. Mas ainda assim, enfrentamos alguns problemas e diferenças para alguns outros navegadores.
Veremos agora algumas destas técnicas que não são nada indicadas, uma vez que futuras versões dos navegadores podem “resolve-las”.
As CSS Hacks são normalmente baseadas sobre falhas na interpretação do CSS por parte de algum navegador.
!ie: A renderização do CSS por parte do navegador espera pelo comando !IMPORTANT, eventualmente, porém, caso este identificador após o sinal de exclamação seja inválido, o que acontecerá é que esta instrução será ignorada pelo navegador.
Porém, o Internet Explorer interpreta mesmo assim, diferentemente dos demais browsers.
Assim, colocando qualquer comando inválido após “!”, teremos uma instrução que tão somente funciona para o IE. Por facilidade na visualização, quando usado esta técnica, adotamos o !IE

div
{
	border: dashed;
	border: solid !IE;
}

_property: O padrão para identificação das propriedades no CSS indica que não devemos iniciar nenhuma propriedade com um caractere não numérico. Todavia, no Internet Explorer 6 e inferiores, estas propriedades serão interpretadas mesmo assim.

div
{
	border: dashed;
	_border: solid;
}

*property: A partir da versão 7 do Internet Explorer, este problema com a nomenclatura das propriedades foi corrigido, porém o “*” manteve-se em funcionamento.

div
{
	border: dashed; /* comando a ser interpretado por todos os navegadores*/
	*border: solid; /* comando que executará apenas nos IE */
	_border: solid; /* comando que executará apenas nos IE6- */
}

Por favor, note que estas implementações irão fazer seu código NÃO PASSAR NA VALIDAÇÃO da W3C, então, use-os quando muito necessário, apenas.
Pessoalmente, eu desaconselho seu uso. Caso o navegador da pessoa não conseguir visualizar perfeitamente a página, indique a ela um dos navegadores mais modernos, como FireFox, Chrome, Safari ou Opera.